A
China tentou evitar a publicação dos dados que mostram que o país está
prestes a superar os Estados Unidos como a maior economia mundial em
paridade de poder de compra, possivelmente já neste ano.
O
relatório do IPC (Programa de Comparação Internacional), coordenado
pelo Banco Mundial, incluiu um trecho segundo o qual o Escritório
Nacional de Estatísticas (o IBGE chinês) questionou partes da
metodologia da pesquisa e não endossa os resultados como oficiais.
A mídia chinesa, que sofre rigoroso controle do governo, não divulgou os dados, tornados públicos nesta semana.
"A China não quer ser vista como o número 1. Ela está preocupada com as
implicações internacionais e a responsabilidade que podem vir disso",
disse uma pessoa que participou do relatório do IPC.
"No critério de renda per capita, a China ainda é um país muito pobre,
logo não quer assumir certas obrigações no cenário internacional. Pelo
menos não ainda", disse um conselheiro relacionado a políticos
chineses.
Fonte: Folha de S.Paulo
Do: blog Paulista em 1º lugal
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