
Estadão Conteúdo.
O
ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, saiu em defesa da
presidente Dilma Rousseff (PT), nesta terça-feira (8), no episódio da
compra da Rrefinaria de Pasadena (EUA). Conforme revelou o jornal O
Estado de S. Paulo no último dia 19 de março, a presidente justificou em
nota oficial que só aprovou a compra de 50% da refinaria americana em
2006, quando era chefe da Casa Civil do governo Lula e comandava o
Conselho de Administração da Petrobras, porque recebeu "informações
incompletas" e uma documentação "falha".
Se tivesse todos os dados, disse a petista na nota, "seguramente" a compra da refinaria não seria aprovada.
"O
Conselho de Administração discute um negócio como um todo. A presidente
não tinha acesso a todas as informações", disse Gabrielli nesta
terça-feira após reunião com integrantes da bancada do PT na Câmara dos
Deputados.
O ex-presidente da estatal considerou como normal as
investigações feitas por órgãos como o Ministério Público, o Tribunal de
Contas da União e a Polícia Federal no episódio da compra da refinaria
de Pasadena, que custou US$ 1,3 bilhão. "As investigações e os processos
de sindicâncias são normais na Petrobras", minimizou.
Do: blog do Magno Martins
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