Por
ROBERTO VIEIRA
1967. O Cruzeiro era campeão da Taça Brasil.
Semifinais da Taça Brasil diante do Náutico. Tostão chega ao Recife pensando
cursar economia e precisando do empate…
Contra o
Santos foi um suspiro.
Destruído
pela arbitragem nos instantes finais.
Contra o
Coritiba?
Um 3×0
agourento no dia 28 de setembro.
As
últimas vitórias?
Nos dias
28… de julho e de agosto.
O
torcedor desesperançado bateu na madeira:
‘Oxente,
Nossa Senhora do Carmo!’
Veio a
Ponte em Campinas.
Até os 37
da segunda etapa.
O adeus
definitivo.
Aí, Hugo
dá uma de Boss.
E Maikon
Leite vira Leite Tipo A-costa 2007.
Lanterna
ainda da Série A.
Campanha
vexaminosa em grande parte do torneio.
Mal
escalado em Campinas.
O melhor
jogador do time no banco de reservas.
O
simpático Dadá.
Mesmo
assim, pelas ruas do Recife já se ouviram buzinas.
Um ‘quer
dançar’ perdido no burburinho do caos urbano.
O Timbu
vai pegar o líder soberano do campeonato domingo.
A Raposa
chegando pra destruir de vez as esperanças.
Mas…
resta a lembrança do longínquo 1967.
Quando um
grupo de meninos nordestinos.
Deu um nó
no mesmo Cruzeiro.
Fosse
vôlei?
Não
haveria sonho…
Mas o
futebol é o reino dos Timbus, Raposas e dos sonhos impossíveis…
Fonte:
blog do Juca Kfouri


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