Um grupo de mulheres se reuniu para plantar rosas
em Itu (SP).
Campanha tem caminhada às 8h30 no dia 19 de outubro em Jundiaí (SP).
Campanha tem caminhada às 8h30 no dia 19 de outubro em Jundiaí (SP).
O fim de semana
foi de conscientização em Itu (SP). Um
grupo de mulheres chamou a atenção para a prevenção do câncer de mama com um
plantio de rosas, realizado neste domingo (6). A atividade faz parte da
campanha ‘Outubro Rosa’, realizada em todo o mundo durante este mês.
Em Jundiaí(SP),
uma caminhada está programada para o sábado (19), no Parque da Cidade, a partir
das 8h30. No local, também será possível agendar o exame de mamografia,
realizado gratuitamente pela rede pública de saúde.
Embora o câncer de
mama seja um dos tipos de câncer mais comuns em todo o Brasil, de acordo com os
especialistas, a medicina evoluiu bastante nos últimos anos e as chances de
cura da doença, se diagnosticada ainda no início, são significativas. E é por
este motivo que a conscientização é tão importante.
Em Jundiaí , por
exemplo, já foram registrados 55 casos, um aumento de 17% em relação ao número
de casos registrados no ano passado. O que, segundo os especialistas, já
reflete essa mudança no comportamento das pacientes.
De acordo com o
Ministério da Saúde, além do autoexame, toda mulher com mais de 40 anos também
deve fazer o exame de mamografia, todos os anos. Já quem tem casos de câncer na
família deve realizar o exame um pouco antes, a partir dos 35 anos.
Recuperação
Em Itatiba (SP), algumas pacientes encontraram uma forma de ajudar umas às outras e participam de um grupo de apoio e prevenção ao câncer de mama. Algumas ainda estão em tratamento, outras já passaram por todos os procedimentos e hoje oferecem ajuda para quem está passando pelas dificuldades.
Em Itatiba (SP), algumas pacientes encontraram uma forma de ajudar umas às outras e participam de um grupo de apoio e prevenção ao câncer de mama. Algumas ainda estão em tratamento, outras já passaram por todos os procedimentos e hoje oferecem ajuda para quem está passando pelas dificuldades.
É o que conta com
orgulho a aposentada Lucy Zotini Nehme. “É uma troca. Nós orientamos e isso faz
muito bem para a gente também”, destaca.
O que começou com
a fabricação de próteses, com um tipo de plástico dentro, foi ganhando proporção.
Hoje, elas fazem guardanapos e lençóis. Pelo menos 20 mulheres estão no
trabalho voluntário. A sala é pequena, e falta espaço para tantos exemplos de
superação.
A aposentada Maria
Desorde Campos, costureira desde os catorze anos de idade, tem 75 anos, e já
retirou dois tumores. Ela conta que fez fisioterapia para recuperar o movimento
dos braços que havia perdido por causa das cirurgias e conseguiu voltar para o
trabalho que tanto ama. “Essa é a minha paixão, eu me sinto bem”, revela,
emocionada.


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